Das Probabilidades Existenciais - I
Não há almas isentas de sofrimento. Não aquele que tenha nascimento e não passará pelas provações e dores da carne. Para tanto, haverá motivos para “reclamar”? Haverá entre os homens aquele que poderá exigir uma vida isenta de quaisquer reivindicações?
Após passarmos por tais provações aprendemos que há limites para qualquer sofrimento causado por terceiros. Sofrimentos estes causados direta ou indiretamente. “Ninguém” nunca tem ou teve a intenção de machucar, mas se agem sabendo que poderão machucar, resta-me então o julgamento de que são de certa forma culpados.
Então, se olharmos por esse ângulo, todos agem com a consciência de que vão ferir. E se ferem, merecessem também serem feridos? Qual o limiar da vingança? Ou de ação e reação?
Sofremos na “carne” os efeitos de emoções decorrentes de escolhas feitas conscientemente. Sentimos efeitos fisiológicos em decorrência das conseqüências de atos e respostas repercutidos pelo tempo. Provocam dilacerações em diferentes níveis: emocional, físico, extra físico. E o pior de todos – psíquico. De diferentes formas buscamos justificativas no martírio de revisar cada lembrança a fim de encontrar o ponto – aqui foi o erro! Mas do que adiantaria? Qual a justificativa para precisarmos reviver mentalmente sofrimentos com o intuito de aprender com os ditos erros? Balela!
Se não podemos prever acontecimentos futuros então nunca saberemos onde iremos errar ou acertar. Tais divagações levaram-me a uma única certeza: avançar sempre! Nada de parar para avaliações. Nada de ficar revivendo momentos que martirizam a alma e provocam lesões, logo feridas, que trarão futuras repercussões em decisões vindouras.
Qual o sentido de antecipar sofrimento ao fazer avaliações desnecessárias? Creio que finalmente tenha compreendido a sutil diferente entre o sofrimento necessário e desnecessário; que pode ser medido pela dor provocada. E, para que haja dor, deve também existir um passado. Mas a tênue linha que separa o passado/presente de certa forma não deixa claro o que deve ou não povoar nossas mentes e provocar certas emoções ou dilacerações.
Para tanto, acredito que uma distância real (física) faça seu trabalho de separar passado e presente e permita novas possibilidades trazidas pelo tempo/existência. Mais uma das probabilidades existenciais.
Após passarmos por tais provações aprendemos que há limites para qualquer sofrimento causado por terceiros. Sofrimentos estes causados direta ou indiretamente. “Ninguém” nunca tem ou teve a intenção de machucar, mas se agem sabendo que poderão machucar, resta-me então o julgamento de que são de certa forma culpados.
Então, se olharmos por esse ângulo, todos agem com a consciência de que vão ferir. E se ferem, merecessem também serem feridos? Qual o limiar da vingança? Ou de ação e reação?
Sofremos na “carne” os efeitos de emoções decorrentes de escolhas feitas conscientemente. Sentimos efeitos fisiológicos em decorrência das conseqüências de atos e respostas repercutidos pelo tempo. Provocam dilacerações em diferentes níveis: emocional, físico, extra físico. E o pior de todos – psíquico. De diferentes formas buscamos justificativas no martírio de revisar cada lembrança a fim de encontrar o ponto – aqui foi o erro! Mas do que adiantaria? Qual a justificativa para precisarmos reviver mentalmente sofrimentos com o intuito de aprender com os ditos erros? Balela!
Se não podemos prever acontecimentos futuros então nunca saberemos onde iremos errar ou acertar. Tais divagações levaram-me a uma única certeza: avançar sempre! Nada de parar para avaliações. Nada de ficar revivendo momentos que martirizam a alma e provocam lesões, logo feridas, que trarão futuras repercussões em decisões vindouras.
Qual o sentido de antecipar sofrimento ao fazer avaliações desnecessárias? Creio que finalmente tenha compreendido a sutil diferente entre o sofrimento necessário e desnecessário; que pode ser medido pela dor provocada. E, para que haja dor, deve também existir um passado. Mas a tênue linha que separa o passado/presente de certa forma não deixa claro o que deve ou não povoar nossas mentes e provocar certas emoções ou dilacerações.
Para tanto, acredito que uma distância real (física) faça seu trabalho de separar passado e presente e permita novas possibilidades trazidas pelo tempo/existência. Mais uma das probabilidades existenciais.
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