Deficiências
“Deficiente” é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
“Louco” é quem não procura ser feliz com o que possui.
“Cego” é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.
E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
“Surdo” é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão.
Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
“Mudo” é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
”Paralítico” é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
“Diabético” é quem não consegue ser doce.
“Anão” é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois “Miseráveis” são todos que não conseguem falar com Deus.
Poema de Mário Quintana
“Louco” é quem não procura ser feliz com o que possui.
“Cego” é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.
E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
“Surdo” é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão.
Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
“Mudo” é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
”Paralítico” é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
“Diabético” é quem não consegue ser doce.
“Anão” é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois “Miseráveis” são todos que não conseguem falar com Deus.
Poema de Mário Quintana
A pobreza extrema de 23 MILHÕES de brasileiros é uma tragédia e não pode mais ser ignorada.
O Brasil preocupa-se em apenas exportar e exportar esquecendo-se que em seu seio há milhões de brasileiros passando fome e, em muitos lugares, sede. Enquanto nossos olhos estão voltados para os países que consideramos serem mais “pobres”, esquecemos de olhar para quem está logo ali, a poucos metros de nós, pedindo um pouco de alimento.
Estamos tão cegos que não "enxergamos" sequer uma criança, que muitas vezes toca nossos corações por sua inocência e fragilidade pedindo esmolas pelas ruas. As pessoas passam, olham, e nada veem. Nada além e um “ser” buscando suprir suas necessidades. Nossos corações estão esfriando aos poucos, enquanto o mundo precisa de mais calor humano. Só ficamos indignados com o que a mídia provoca. Não somos mais capazes de criticar, de levantar sequer uma opinião para as coisas mais corriqueiras do dia-a-dia. Estamos ficando cegos! Estamos DEFICIENTES.
É preciso olhar, mas não simplesmente olhar, e sim, precisamos VER. Precisamos reacender o amor em nossos corações, para que o seu calor não nos deixe indiferentes – cegos – diante as desgraças da vida.
O Brasil preocupa-se em apenas exportar e exportar esquecendo-se que em seu seio há milhões de brasileiros passando fome e, em muitos lugares, sede. Enquanto nossos olhos estão voltados para os países que consideramos serem mais “pobres”, esquecemos de olhar para quem está logo ali, a poucos metros de nós, pedindo um pouco de alimento.
Estamos tão cegos que não "enxergamos" sequer uma criança, que muitas vezes toca nossos corações por sua inocência e fragilidade pedindo esmolas pelas ruas. As pessoas passam, olham, e nada veem. Nada além e um “ser” buscando suprir suas necessidades. Nossos corações estão esfriando aos poucos, enquanto o mundo precisa de mais calor humano. Só ficamos indignados com o que a mídia provoca. Não somos mais capazes de criticar, de levantar sequer uma opinião para as coisas mais corriqueiras do dia-a-dia. Estamos ficando cegos! Estamos DEFICIENTES.
É preciso olhar, mas não simplesmente olhar, e sim, precisamos VER. Precisamos reacender o amor em nossos corações, para que o seu calor não nos deixe indiferentes – cegos – diante as desgraças da vida.
Comentários
Nós estamos sendo deficientes, tá na hora de começar a agir em função de um todo também.