Que tu penses



Você pensa? Não digo aquele pensar por pensar, como quando seus pensamentos divagam sem o menor controle, mas refiro-me a aquele pensar em fazer-se questionar sobre determinadas idéias, situações, teorias, entre outras.


Se tu pensasses (Pretérito imperfeito do Subjuntivo)


Podemos nos “limitar” a dois tipos de pensamentos: Um construtivo e outro destrutivo. O primeiro é aquele pensamento que normalmente muitos os chamam de besteira, que normalmente as pessoas (os “não pensantes”) os rotulam como loucos. É um pensar que traz mudanças para nossa sociedade, porque produz novas formas de fazer acontecer, novas teorias para rebaixar ou modificar as atuais. Diria até, que são eles os grandes atores (sociais, leia-se “da vida”), que realmente fazem a peça acontecer.

E existem os destrutivos (cegantes): são pensamentos automáticos. Todos os teem, mas ninguém tem controle sobre eles. São pensamentos que nada acrescentam, porque simplesmente não produzem. Normalmente eles vivem de rotular as coisas e situações: a conhecida crítica sem fundamento. Esse tipo de pensar, dificulta o foco, algo realmente importante para criarem-se verdadeiros objetivos.

Quando tu pensares (Futuro do Subjuntivo)

Aos loucos (pensantes), devemos a criação de novas teorias, novas tecnologias, novas formas de se produzir ou solucionar problemas. Nada pode ser perfeito como está. Devemos sempre buscar explorar todo o potencial daquilo que se possui. A curiosidade, algo inato do homem, nos instiga – no sentido da palavra, assim como um animal é instigado/induzido a buscar algo – tentar ir um pouco mais a fundo, e não contentar-se com o que já sabemos e possuímos. A demanda de inovações partem das necessidades humanas, que não são poucas, ainda que hajam “criações” para alimentar o supérfluo. 

Mas o que vem acontecendo atualmente? Estamos sendo instigados a algo, ou estamos apenas ilhados em pensamentos que sequer são “originais”? Isso porque são pensamentos resultantes de condicionamentos que recebemos do nosso meio. O “instinto”, algumas vezes mal visto, talvez precisasse ser mais aguçado, uma vez que, se não há mudanças, se não há objetivos maiores, simplesmente estagnaremos no tempo e espaço. Em estagnando, estaríamos impossibilitando a evolução? A quem, ou a que, devemos tudo que conquistamos até hoje?

Resta-nos a frustração de viver sobre limitações (rótulos). Enquanto uma curta existência passa, sem que possamos deixar nossa contribuição, que à parte, é o bem mais valioso que podemos deixar aos nossos sucessores nesse capítulo da evolução.

Que tu penses (Presente do Subjuntivo).

Comentários

Unknown disse…
Muuuuuuuuuuuuito bom seu blog! Adorei esse post! Traz uma boa reflexão. Parabéns. Continue escrevendo.
Unknown disse…
dessa vez vc se superou . rsrs! Parabéns.

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